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Nova versão da planilha de orçamento familiar e pessoal (2011)

Chegamos ao final de mais um ano e boa parte de nós estará nos próximos dias fazendo uma avaliação do que deseja melhorar no ano que virá. Muito provavelmente, organizar as finanças domésticas estará em várias das listas de afazeres de todos nós para 2011.

E por que isso? Porque nossas receitas são limitadas e temos que suprir necessidades e expectativas pessoais e de nossos entes queridos. Essas demandas quase sempre envolvem gastos imprevistos e novas dívidas, exceto quando se tratam de respeito, amor e atenção (estes últimos devem estar em nossas listas todos os anos).

Quando temos uma meta de conquista mais alta, precisamos poupar desde cedo, tentar “apertar os cintos” para salvar um pouquinho para realizações maiores: sua casa própria, aquela segunda lua-de-mel, um carro mais confortável, um instrumento musical para seu filho etc.

Esse controle dos gastos envolve planejamento e disciplina para acompanhar mensalmente se estamos extrapolando nas despesas e, conseqüentemente, adiando a conquista de nossas metas. Nada mais adequado que adotar uma ferramenta automatizada para auxiliar nessa tarefa.

Desse modo, faltando poucos dias para o início do próximo ano, resolvemos publicar a versão 3.0 (2011) da planilha de orçamento familiar e pessoal, cuja versão anterior foi a de maior interesse por parte de nossos prezados visitantes pelo segundo ano consecutivo.

Segue abaixo a lista de funcionalidades recém-incluídas:

  • novo layout e navegação: melhoria na disposição visual de títulos, dados e gráficos, além da utilização de links para acesso intuitivo a abas mensais e retorno à visualização anual consolidada;
  • ajuda online: você poderá acessar essa postagem a qualquer momento para rever as dicas de preenchimento relacionadas logo abaixo;
  • planejado x realizado: nova coluna para atribuir um limite mensal aos grupos de despesas que você desejar monitorar;
  • 160 linhas para lançamentos mensais: para aqueles cujas 80 linhas da versão anterior não eram suficientes;

Além das novidades acima, preservamos na versão 2011 da planilha de orçamento o acompanhamento dos resultados de todos os meses lançados a partir de uma única aba anual. Mantivemos ainda o conceito da movimentação contábil (entradas, transferências e saídas) para você rastrear por onde o seu dinheiro está fluindo.

E tem mais uma boa notícia: desde março/2012 essa planilha vem sendo disponibilizada totalmente desbloqueada e gratuita sob a licença de uso Creative Commons v.3.

Antes das dicas de preenchimento da planilha, consideramos importante fazer um último comentário: não deixe de se planejar para o futuro, mas também não faça dessa tarefa a razão de sua vida.

“Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e Ele lhes dará todas essas coisas.” (Mateus 6:33)

Um excelente início de ano para você e sua família!

 

Utilizando a planilha

  1. figura 1 – tabela de saldo mensal
    e definição de contas

    Na primeira aba da planilha, certifique-se de que o ano de início do
    orçamento (no topo, em amarelo) está de acordo com o que você pretende
    trabalhar;

  2. A primeira tabela (figura 1) trata da lista de contas a serem incorporadas nas abas de lançamento mensal (M1, M2, M3M12); No exemplo em PDF, você verá uma sugestão de preenchimento. Em linhas gerais, defina uma sigla única (ex.: CC-1, X-CC1, DINH-1) e uma descrição para cada conta (ex.: Conta corrente do Banco X, Conta Poupança – Fulano etc.);Utilize ainda os links posicionados no topo das colunas mensais para acessar a aba do mês correspondente (figura 7) e realizar a edição desejada.
  1. figura 2 – tabela de saldo mensal
    e definição de grupos

    Você também poderá criar até cinco grupos para visualizar as movimentações de
    todas as contas que contém aquele código em suas siglas (ex.: CC agrupará os dados de CC-1 e A-CC2);

    Observe como foi possível separar os lançamentos de todas as contas correntes ou todas as aplicações de investimento utilizando os códigos CC e INV na figura 2; ou, ainda, separar as movimentações dos usuários Olívia (OL) e Heitor (HR).

  1. figura 3 – acompanhamento e definição
    de grupos de despesas

    A última customização na aba ANUAL diz respeito à lista de acompanhamento de despesas (figura 3). Essa lista será incorporada por todas as abas de lançamento mensal posteriores;

    Para facilitar, incluímos sugestões de rótulos para agrupar suas despesas. Altere-os conforme a necessidade, tomando cuidado para não repetir os códigos de GRUPO.

    Na versão 2011, a coluna PREVISÃO MENSAL foi acrescentada para que você possa atribuir um limite de valor para os alertas mensais (em vermelho). Daí fica mais fácil monitorar em que meses os gastos daquele grupo de despesas extrapolou o limite estabelecido.

    Atribua zero nas células correspondentes para acompanhar apenas
    por meio do gráfico comparativo de média de gastos do trimestre (figura 4);

  1. figura 4 – comparativo entre média do
    trimestre, previsão e média anual

    Na versão 2011, criamos um gráfico comparativo entre a média trimestral de gastos do grupo de despesas, a média anual e a previsão mensal para o grupo.

    Ao posicionar as séries de dados de modo sobreposto (figura 4), pretendemos chamar atenção para os casos em que (1) a média de gastos anual superar a previsão mensal, quando esta tiver sido definida, e (2) a média do trimestre estiver acima ou da média anual de gastos ou da previsão mensal, quando aplicável.

    Visualmente, se você avistar uma barrinha vermelha nesses gráficos, significa que a sua média trimestral de gastos naquele grupo de despesas superou tanto o previsto quanto a média anual.

  1. figura 5 – histórico de movimentações por conta

    Uma novidade da nova versão é a simplificação da tabela de histórico de movimentações (figura 5).

    Agora, para cada conta criada anteriormente, será possível visualizar todas as ENTRADAS, todas as SAÍDAS e a variação mensal (VAR. MÊS) resultante: afinal, você gastou mais do que recebeu?

  1. figura 6 – gráficos da movimentação por conta

    A resposta para a pergunta anterior pode ser visualizada nos gráficos das movimentações mensais por conta (figura 6).

    Perceba como as barras verdes representam exatamente a diferença mensal entre todas as entradas e todas as saídas da conta correspondente.

  1. figura 7 – visão geral da aba de lançamentos mensal

    Bom, após as customizações realizadas, chegou a hora de clicar em um dos links para as abas mensais (JAN, FEV, MAR etc.). Se preferir, você também poderá acessar as abas clicando sobre elas na barra de abas do seu editor de planilhas (M1, M2, M3 etc.).

    A aparência das abas mensais (figura 7) continua bem parecida com nossas versões anteriores, embora alguns cálculos e formatações tenham sido aprimorados.

    As principais áreas de entrada de uma aba mensal serão abordadas a seguir.

  1. figura 8 – detalhe da tabela saldo por conta

    Na aba M1, mês de janeiro, destinamos uma coluna para o saldo do ano anterior. Se você iniciou o ano com algum valor na conta (positivo ou negativo), aproveite para lançá-lo nesse espaço.

    O saldo anterior nos demais meses será obtido automaticamente a partir das informações da aba imediatamente anterior. Ou seja, o saldo final previsto para o mês de janeiro será utilizado como saldo anterior para a aba do mês de fevereiro e assim por diante.

  1. figura 9 – tabela de lançamentos do mês (160 linhas)

    Para o lançamento das movimentações (figura 9), basta adotar os seguintes princípios:

    • entradas: todas as receitas ou transferências que entram em uma conta. Preencha a data, a descrição, coloque o código da conta (ex.: CC1) na coluna ENTRADA e o valor na coluna ao lado;
    • saídas: todas as despesas, pagamentos ou transferências que saem de uma conta. Preencha conforme o item anterior, mas digite o código da conta na coluna SAÍDA. Opcionalmente, atribua na coluna CODIGO, o código da despesa, conforme a tabela ACOMPANHAMENTO DE DESPESAS (figura 10). Assim, as saídas ficarão agrupadas por tipo de despesa;
    • transferências: no mesmo lançamento há uma conta que cede (SAÍDA) e uma que recebe (ENTRADA) um mesmo valor. Por exemplo: transferir R$ 50,00 da conta CC1 para a conta INV1. Preencha os dados da transferência atentando para digitar o código da conta de SAÍDA e de ENTRADA corretamente.
  1. figura 10 – acompanhamento de grupos de despesas

    O acompanhamento de grupos de despesas agora conta com uma coluna de previsão mensal, a fim de que você possa ir monitorando a relação orçamento previsto x realizado em cada mês.

    Por conta da quantidade de grupos de despesas atualmente disponíveis para acompanhamento, optamos por suprimir o gráfico anterior de participação de despesas e passamos a adotar a lista de TOP 5, TOP 10 e TOP 20 maiores despesas (figura 10).

    Agora ficou muito mais fácil identificar quais as suas maiores despesas, sem perder de vista o total previsto (PREVISÃO MENSAL) para elas.

Começando bem 2010: Orçamento pessoal e familiar aprimorado!

O ano de 2009 foi cheio de muitos desafios pessoais e, infelizmente, as oportunidades de dedicação ao blog reduziram bastante. Mas tentamos administrar o tempo e desenvolvemos uma nova abordagem para a planilha que ao longo de todos esses meses foi a campeã em downloads, com uma média mensal de 600+ downloads por mês até agora: planilha de orçamento pessoal e familiar.

Nessa nova versão da planilha de orçamento, vocês poderão acompanhar os resultados de todos os meses lançados, já na primeira aba. Para registro de lançamento das receitas e despesas utilizamos o conceito das movimentações financeiras entre contas (entradas, transferências e saídas).

Outro ponto forte foi a utilização de uma lista de contas, pois nessa versão você poderá, inclusive, lançar os seus gastos com cartão de crédito em uma conta específica (por exemplo: CRED1) e depois efetuar uma transferência da conta corrente principal (digamos, CC1) para cobrir o crédito utilizado.

Essa é uma ótima opção de planilha para quem desejar ter um controle mais detalhado e uma visão anual dos gastos realizados.

Por fim, desejamos dedicar essa planilha a um dos nossos leitores mais participativos até aqui: Wiler Coelho Júnior. Algumas das implementações dessa nova planilha foram adaptações de sugestões enviadas por ele. Valeu, Wiler!

Esperamos que vocês curtam esse presente de início de ano! Até a próxima.

*** Confira também a nova versão da planilha de orçamento familiar e pessoal (2011). ***

Utilizando a planilha

  1. Orçamento pessoal e familiar 2010: lista de contasNa primeira aba da planilha, certifique-se de que o ano de início do orçamento (no topo, em amarelo) está de acordo com o que você pretende trabalhar;
  2. A primeira tabela trata da lista de contas a serem incorporadas nas abas de lançamento mensal (M1, M2, M3M12). No exemplo em PDF, você verá uma sugestão de preenchimento. Em linhas gerais, defina uma sigla única (ex.: CC-1, X-CC1, DINH-1) e uma descrição para cada conta (ex.: Conta corrente do Banco X, Conta Poupança – Fulano etc.);
  3. Orçamento pessoal e familiar 2010: grupos de contasVocê também poderá criar grupos para visualizar as movimentações de todas as contas que contém aquele código em suas siglas (ex.: CC agrupará os dados de CC-1 e A-CC2).
  4. Orçamento pessoal e familiar 2010: lista para acompanhamento de despesas A última customização na primeira aba diz respeito à lista de despesas com códigos e descritivos únicos.Para facilitar, incluímos 26 sugestões de rótulos para agrupar suas despesas. Essa lista será incorporada por todas as abas de lançamento mensal posteriores;
  5. Orçamento pessoal e familiar 2010: movimentações do mêsNa aba M1, mês de janeiro, destinamos uma coluna para o saldo do ano anterior. O saldo anterior nos demais meses será obtido a partir das informações da aba imediatamente anterior.
  6. Para o lançamento das movimentações, basta adotar os seguintes princípios:
    • entradas: todas as receitas ou transferências que entram em uma conta. Preencha a data, a descrição, coloque o código da conta (ex.: CC1) na coluna ENTRADA e o valor na coluna ao lado;
    • saídas: todas as despesas, pagamentos ou transferências que saem de uma conta. Preencha conforme o item anterior, mas digite o código da conta na coluna SAÍDA. Opcionalmente, atribua na coluna CODIGO, o código da despesa, conforme a tabela ACOMPANHAMENTO DE DESPESAS. Assim, as saídas ficarão agrupadas por tipo de despesa;
    • transferências: no mesmo lançamento há uma conta que cede (SAÍDA) e uma que recebe (ENTRADA) um mesmo valor. Por exemplo: transferir R$ 50,00 da conta CC1 para a conta INV1. Preencha os dados da transferência atentando para digitar o código da conta de SAÍDA e de ENTRADA corretamente.
  7. A essa altura, você já deve estar ansioso(a) para montar seu próprio orçamento. Então, divirta-se!

Atendendo a pedidos: Cálculo de peso volumétrico para remessas aéreas e rodoviárias

Continuando nosso atendimento a pedidos, trazemos uma planilha um tanto peculiar para os colegas que tratam de atividades de comércio exterior e logística.

Quem enviou o pedido foi o nosso amigo Luís, de Recife-PE. Todo o dia ele processa mais de 200 itens para entrega no Brasil afora. Ele sugeriu uma planilha com as seguintes especificações:

  • definição do coeficiente de peso volumétrico para remessas aéreas e rodoviárias;
  • possibilidade de lançar dimensões e peso nas unidades: centímetros por kilo (cm/kg) e polegadas por libras (in/lb);
  • inclusão de pelo menos 20 itens por remessa, para poder colocar cada remessa em um arquivo.

Antes de passarmos ao preenchimento da planilha, no entanto, vamos explicar para você um pouco mais sobre o conceito de peso volumétrico.

Transportadoras e empresas de frete em geral trabalham com essa noção de peso volumétrico porque o seu negócio (enviar coisas de um ponto a outro) é regido por limitações de espaço — a capacidade dimensional de um veículo de carga — e de peso — qual a carga máxima permitida para transportar.

Se uma embalagem é muito espaçosa e tem pouco peso, supostamente sua caixa ocuparia mais espaço que o previsto para o peso dela. Em outras palavras, o veículo de carga sairia com menos caixas e aquela viagem seria pouco lucrativa. Para solucionar esses casos, as empresas de frete utilizam o peso volumétrico em vez do peso real.

Portanto, para prever o custo de sua remessa, basta descobrir qual o peso final (real ou volumétrico) da embalagem que deseja despachar e multiplicá-lo pelo preço unitário (kg/lb) cobrado pela transportadora.

Utilizando a planilha

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Criamos duas abas: DEFINIÇÕES e REMESSAS.

DEFINIÇÕES
, trata dos parâmetros de multiplicação ou divisão, unidade monetária (moeda) e valor por kilo (kg) ou libra (lb).

Uma vez preenchida a aba anterior, você pode se dedicar a lançar os itens na aba REMESSAS. Previmos até 40 linhas para esse preenchimento, por arquivo.

A seqüência de preenchimento da aba REMESSAS é a seguinte:

  1. Descreva o seu item ou informe um código da embalagem;
  2. Digite a quantidade de itens semelhantes;
  3. Escolha o tipo de transporte (aéreo / rodoviário) e lembre-se de checar os preços na aba de DEFINIÇÕES;
  4. Defina quais serão as unidades utilizadas no cálculo do peso volumétrico (cm/kg ou in/lb);
  5. Preencha as dimensões e o peso real da embalagem;

O peso final (máximo) será exibido na seqüência, assim como a previsão do custo para o item atual, baseado nas informações que você informou. No topo da aba, você visualizará os totais de peso e de custo para a remessa, separados por unidade de peso ou moeda, conforme o caso.

Calculadora de sonhos: defina suas metas de investimento e conquiste seus objetivos sem se endividar

Talvez o sonho mais audacioso de uma pessoa ao longo de sua vida seja encontrar uma boa casa para comprar. E depois que a gente se casa, parece que esse sonho se torna uma constante preocupação.

Em seu livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, o autor Gustavo Cerbasi apresenta uma nova abordagem em que é possível se planejar para viver bem em um bom imóvel alugado, enquanto poupamos para alcançar nosso primeiro imóvel próprio. Essa visão rompe com os padrões de economias anteriores à nossa, em que era mais seguro financiar um imóvel, mesmo a perder de vista, por conta da instabilidade financeira da época. Hoje, no entanto, seja em relação a imóveis ou bens de consumo, a situação é diferente e demanda de nós um novo olhar.

 

Financiamentos com bancos e parcelamentos no cartão de crédito já foram e continuarão sendo matéria da imprensa. Embalados no conceito Porque a vida é agora, muitos compram movidos pelo impulso o que só deveriam comprar mais tarde ou, pior, não comprariam mais tarde se tivessem um pouquinho mais de tempo para pensar direito.

 

 

Todo mundo sabe que onde há parcelamento, há juros. E eles são bem mais vorazes que os rendimentos das aplicações mais conservadoras.

Ora, se não temos condições, por exemplo, de poupar R$ 40 por mês para trocar de televisor ao final de 10 meses, como podemos considerar pagar a mesma parcela durante 15 meses (sendo os últimos três meses só para pagar juros à loja)?

Se hoje não conseguimos guardar R$ 800 para comprar o primeiro imóvel daqui a 15 anos, como nos endividar com financiamentos por 25 anos, com essas parcelas “decrescentes” mas que serão corrigidas por índices às vezes mais altos que a própria poupança? Ao final da jornada, teremos pago duas ou três vezes o valor original e o imóvel estará com 25 anos de uso.

Se quisermos filosofar um pouco: é melhor aproveitar a brisa modesta de uma aplicação na poupança empurrando nossas aplicações em direção à nossa meta de investimento ou assinar um termo de responsabilidade para embarcar numa barca predestinada aos vendavais dos juros dos parcelamentos?

Caso você ainda tenha optado pela segunda alternativa, confira abaixo mais algumas vantagens em comprar certos produtos mais tarde:

 

  • Pagando à vista, você pode conseguir algum desconto;
  • Os juros do financiamento (no caso de imóveis) ou do parcelamento (para produtos) são evitados. Esse dinheiro pode ser investido em outros sonhos ou em melhorias nos atuais;
  • No caso de bens de consumo: aguardando um pouco mais para comprar, a histeria da nova tecnologia já passou e os produtos estarão mais acessíveis. Quando você conclui o pagamento, o produto está novo em folha para você desfrutar com sua família. A garantia está apenas começando: você não terá dores de cabeça com o produto enquanto ainda estiver quitando a parcela 10 de 24;
  • Compramos muita coisa por impulso. Se você se habituar a poupar para comprar à vista, terá a oportunidade de colocar a cabeça no travesseiro e decidir com calma se irá ou não, de fato, investir todo aquele dinheiro em algo que talvez não seja sua prioridade no momento. Quando compramos por impulso, também esquecemos de checar se o somatório de parcelas pendentes não comprometerá os momentos de lazer de nossa família;
  • Ainda sobre compra por impulso, é preciso lembrar de pesquisar tudo sobre o produto antes de fechar a compra. E poupando para comprar à vista, você terá todo o tempo do investimento para se certificar de que estará adquirindo a melhor alternativa dentro do orçamento destinado a essa compra.

 

De um modo resumido: para comprar à vista, você certamente precisará se planejar, definindo uma meta de investimento, e se disciplinar para que os valores de depósito necessários sejam de fato poupados.

Essa é uma oportunidade excelente para você economizar, priorizar os seus gastos e, com isso, ficar mais alerta sobre em que você tem investido seus preciosos recursos.

A planilha a seguir é para os amigos que estejam tentando se organizar para não se endividar e, quem sabe, ao longo dessa caminhada transferir o dinheiro que escoaria com os juros das lojas e financiadoras para novos projetos pessoais.

Quem já ficou no vermelho por não conseguir se controlar sabe bem: existem coisas que o dinheiro não compra. E a satisfação de conquistar sonhos antes impossíveis, mantendo o orçamento mensal equilibrado, é uma delas. Faça um teste e se surpreenda com os resultados!

Utilizando a planilha

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  1. Ao abrir sua planilha, você visualizará na aba PLANEJAMENTO sete perguntas acerca de sua meta de investimento. Elas estão sinalizadas com a numeração Q1 até Q7;
  2. Do lado direito dessa tabela, simulamos o cruzamento de algumas variáveis, como: taxa mensal, depósito necessário e valor final. Você poderá utilizar essas simulações para decidir o quanto investir, por quanto tempo e que taxa de rendimento mensal líquida você está procurando nas aplicações disponíveis em seu banco;
  3. Durante o preenchimento, algumas observações são produzidas abaixo da tabela de perguntas. Elas também podem ser úteis para você interpretar os resultados.
  4. Finalizado o preenchimento da tabela principal, você poderá acompanhar suas aplicações por até 360 meses — trinta anos! Na aba de ACOMPANHAMENTO os valores previstos são lançados automaticamente, assim com os gráficos são montados para cada intervalo de tempo (24, 36, 60, 80 meses etc.).
  5. A única coisa que você precisa fazer nessa aba é digitar para cada mês correspondente qual o saldo existente em sua aplicação.