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Etanol ou gasolina? Planilha para controle de consumo e rendimento de combustível

Hoje em dia, os veículos de combustível duplo (ou múltiplo) são adquiridos com muita facilidade no Brasil. Também conhecidos como veículos flex, possuem motores que conseguem funcionar com mais de um tipo de combustível (geralmente, ETANOL e GASOLINA), independente da proporção em que eles se encontrem em seu tanque.

Todo proprietário de veículo flex já deve ter recebido a dica de dividir o preço do litro do ETANOL pelo preço do litro da GASOLINA, por exemplo. Dependendo do resultado, sabemos quando seria mais econômico abastecer com ETANOL ou com GASOLINA.

Mas, e quando o nosso veículo parece não desenvolver exatamente 70% do rendimento (km/l) da GASOLINA com o ETANOL? Como ter certeza dessa proporção?

Ao longo do mês de julho, recebemos através da seção Entre em contato uma boa quantidade de pedidos para criação de uma planilha que registrasse o consumo e o rendimento de combustíveis dos veículos de nossos visitantes.

Optamos então por criar uma versão bem fácil de preencher e que trouxesse claramente os principais gráficos de consumo e rendimento dos combustíveis ETANOL e GASOLINA, além da sugestão de abastecimento mais econômica, levando em conta apenas a questão do rendimento de cada combustível em seu próprio veículo, de acordo com o registro de abastecimentos fornecidos por você.

Essa primeira versão também foi projetada para que você imprima e deixe à mão em seu veículo para ir completando fora da tela do computador, se desejar. Ao final de cada semana, você pode lançar os resultados na planilha e acompanhar os gráficos de consumo e rendimento.

E tem mais uma boa notícia: desde março/2012 essa planilha vem sendo disponibilizada totalmente desbloqueada e gratuita sob a licença de uso Creative Commons v.3.

Agora, aproveite para baixar a sua versão.

Algumas aplicações

  • Indicada para qualquer pessoa ou empresa com uma pequena frota que deseje acompanhar o consumo mensal dos combustíveis ETANOL ou GASOLINA em seus veículos;
  • Ou, ainda, para verificar o rendimento aproximado de cada combustível em seus veículos;
  • Também é interessante para pessoas que preferem informar o valor do litro do ETANOL e o da GASOLINA para checar o combustível mais econômico para abastecimento de acordo com os preços dos postos de seu bairro.

Como utilizar a planilha

A planilha para controle do consumo e rendimento de combustíveis foi planejada para ser muito simples de utilizar. Confira as instruções abaixo:

  1. Ao longo da planilha, você visualizará uma sequência de links (MENU) que lhe auxiliarão na navegação para as partes da planilha. A primeira delas é a área da tabela de análise de rendimento mensal (figura 1), utilizada para cálculo da opção mais econômica. Preencha os campos PREÇO ETANOL (R$) e PREÇO GASOLINA (R$) para verificar a opção sugerida. Caso você ainda não tenha alimentado sua planilha com os abastecimentos realizados, a proporção padrão do ETANOL de 70% do rendimento da GASOLINAserá utilizada.

    Figura 1 - Opção mais econômica entre Etanol e Gasolina e tabela de rendimentos

    Figura 1 – Opção mais econômica entre Etanol e Gasolina e tabela de rendimentos

  2. Utilizamos uma fórmula ponderada (figura 2) que considera o melhor e o pior rendimento mensal de cada combustível nos últimos seis meses como 1/3 da média final e a média de todos os rendimentos dos últimos seis meses como 2/3 da média final. Com isso, pretendemos evitar que um rendimento abaixo da média em um mês derrubasse a média final dos demais meses, por exemplo;

    Figura 2 - Detalhe da tabela de análise do rendimento mensal

    Figura 2 – Detalhe da tabela de análise do rendimento mensal

  3. Na área de Gráficos de Análise, você obterá os últimos 06 gráficos mensais a partir da data inicial definida no canto superior direito;
    Figura 3 - Data inicial e detalhe da área de gráficos de análise

    Figura 3 – Data inicial e detalhe da área de gráficos de análise

    Os gráficos disponíveis para análise são: (1) consumo mensal em litros por combustível, (2) consumo mensal em reais (R$) por combustível, (3) quilometragem mensal percorrida por combustível e (4) rendimento médio mensal (km/litro) por combustível.

    Confira na figura 4 um exemplo visual desses dois últimos gráficos mensais:

    Figura 4 - Gráficos de quilometragem mensal e rendimento por combustível

    Figura 4 – Gráficos de quilometragem mensal e rendimento por combustível

  4. Todos os itens acima serão automaticamente atualizados de acordo com o seu preenchimento na área Registro de Abastecimentos. Você só precisa informar a DATA, a quilometragem encontrada (KM RODADOS) no momento do abastecimento, o tipo de COMBUSTÍVEL, a quantidade de LITROS e o TOTAL (R$) pago, conforme destacados na figura 5. Além disso, na própria linha de cada abastecimento, você encontrará cálculos estimados de rendimento (R$/litro, R$/km, km/l) e de consumo diário (R$/dia, km/dia, litros/dia).

    Figura 5 - Detalhe da área editável do registro de abastecimentos

    Figura 5 – Detalhe da área editável do registro de abastecimentos

Informações importantes

  • Para que a sua medição do consumo de combustível funcione como esperado, sugerimos que você aguarde o indicador de reserva de seu tanque de combustível ser acionado no painel de seu veículo antes de tornar a abastecê-lo e realize o abastecimento com apenas um tipo de combustível por vez. De outro modo, não seria possível estimar quanto de cada combustível foi consumido na variação de quilometragem registrada;
  • Cada abastecimento só será computado nos gráficos após o lançamento de um abastecimento posterior. Isso se deve à necessidade de comparação entre quilometragens de uma data com a de outra. Ou seja, só poderemos saber quanto um combustível rendeu se compararmos a quilometragem do dia em que o veículo foi abastecido com a quilometragem encontrada no próximo abastecimento. É por isso que a última linha da planilha contém apenas espaço para uma data final e uma quilometragem final no período, encerrando o lançamento anterior;
  • A planilha está sendo disponibilizada gratuitamente do jeito que foi descrita aqui e cabe a cada usuário avaliar se o seu funcionamento atende a suas necessidades ou não. Para sermos mais claros: não nos responsabilizamos pelos resultados encontrados individualmente por cada usuário e nem por quaisquer diferenças a maior ou a menor das estimativas e sugestões calculadas pela planilha em comparação com a realidade.
  • Esta versão tem funcionado bem para nossa equipe, mas você deverá utilizá-la por sua conta e risco.

Calculadora de sonhos: defina suas metas de investimento e conquiste seus objetivos sem se endividar

Talvez o sonho mais audacioso de uma pessoa ao longo de sua vida seja encontrar uma boa casa para comprar. E depois que a gente se casa, parece que esse sonho se torna uma constante preocupação.

Em seu livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, o autor Gustavo Cerbasi apresenta uma nova abordagem em que é possível se planejar para viver bem em um bom imóvel alugado, enquanto poupamos para alcançar nosso primeiro imóvel próprio. Essa visão rompe com os padrões de economias anteriores à nossa, em que era mais seguro financiar um imóvel, mesmo a perder de vista, por conta da instabilidade financeira da época. Hoje, no entanto, seja em relação a imóveis ou bens de consumo, a situação é diferente e demanda de nós um novo olhar.

 

Financiamentos com bancos e parcelamentos no cartão de crédito já foram e continuarão sendo matéria da imprensa. Embalados no conceito Porque a vida é agora, muitos compram movidos pelo impulso o que só deveriam comprar mais tarde ou, pior, não comprariam mais tarde se tivessem um pouquinho mais de tempo para pensar direito.

 

 

Todo mundo sabe que onde há parcelamento, há juros. E eles são bem mais vorazes que os rendimentos das aplicações mais conservadoras.

Ora, se não temos condições, por exemplo, de poupar R$ 40 por mês para trocar de televisor ao final de 10 meses, como podemos considerar pagar a mesma parcela durante 15 meses (sendo os últimos três meses só para pagar juros à loja)?

Se hoje não conseguimos guardar R$ 800 para comprar o primeiro imóvel daqui a 15 anos, como nos endividar com financiamentos por 25 anos, com essas parcelas “decrescentes” mas que serão corrigidas por índices às vezes mais altos que a própria poupança? Ao final da jornada, teremos pago duas ou três vezes o valor original e o imóvel estará com 25 anos de uso.

Se quisermos filosofar um pouco: é melhor aproveitar a brisa modesta de uma aplicação na poupança empurrando nossas aplicações em direção à nossa meta de investimento ou assinar um termo de responsabilidade para embarcar numa barca predestinada aos vendavais dos juros dos parcelamentos?

Caso você ainda tenha optado pela segunda alternativa, confira abaixo mais algumas vantagens em comprar certos produtos mais tarde:

 

  • Pagando à vista, você pode conseguir algum desconto;
  • Os juros do financiamento (no caso de imóveis) ou do parcelamento (para produtos) são evitados. Esse dinheiro pode ser investido em outros sonhos ou em melhorias nos atuais;
  • No caso de bens de consumo: aguardando um pouco mais para comprar, a histeria da nova tecnologia já passou e os produtos estarão mais acessíveis. Quando você conclui o pagamento, o produto está novo em folha para você desfrutar com sua família. A garantia está apenas começando: você não terá dores de cabeça com o produto enquanto ainda estiver quitando a parcela 10 de 24;
  • Compramos muita coisa por impulso. Se você se habituar a poupar para comprar à vista, terá a oportunidade de colocar a cabeça no travesseiro e decidir com calma se irá ou não, de fato, investir todo aquele dinheiro em algo que talvez não seja sua prioridade no momento. Quando compramos por impulso, também esquecemos de checar se o somatório de parcelas pendentes não comprometerá os momentos de lazer de nossa família;
  • Ainda sobre compra por impulso, é preciso lembrar de pesquisar tudo sobre o produto antes de fechar a compra. E poupando para comprar à vista, você terá todo o tempo do investimento para se certificar de que estará adquirindo a melhor alternativa dentro do orçamento destinado a essa compra.

 

De um modo resumido: para comprar à vista, você certamente precisará se planejar, definindo uma meta de investimento, e se disciplinar para que os valores de depósito necessários sejam de fato poupados.

Essa é uma oportunidade excelente para você economizar, priorizar os seus gastos e, com isso, ficar mais alerta sobre em que você tem investido seus preciosos recursos.

A planilha a seguir é para os amigos que estejam tentando se organizar para não se endividar e, quem sabe, ao longo dessa caminhada transferir o dinheiro que escoaria com os juros das lojas e financiadoras para novos projetos pessoais.

Quem já ficou no vermelho por não conseguir se controlar sabe bem: existem coisas que o dinheiro não compra. E a satisfação de conquistar sonhos antes impossíveis, mantendo o orçamento mensal equilibrado, é uma delas. Faça um teste e se surpreenda com os resultados!

Utilizando a planilha

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  1. Ao abrir sua planilha, você visualizará na aba PLANEJAMENTO sete perguntas acerca de sua meta de investimento. Elas estão sinalizadas com a numeração Q1 até Q7;
  2. Do lado direito dessa tabela, simulamos o cruzamento de algumas variáveis, como: taxa mensal, depósito necessário e valor final. Você poderá utilizar essas simulações para decidir o quanto investir, por quanto tempo e que taxa de rendimento mensal líquida você está procurando nas aplicações disponíveis em seu banco;
  3. Durante o preenchimento, algumas observações são produzidas abaixo da tabela de perguntas. Elas também podem ser úteis para você interpretar os resultados.
  4. Finalizado o preenchimento da tabela principal, você poderá acompanhar suas aplicações por até 360 meses — trinta anos! Na aba de ACOMPANHAMENTO os valores previstos são lançados automaticamente, assim com os gráficos são montados para cada intervalo de tempo (24, 36, 60, 80 meses etc.).
  5. A única coisa que você precisa fazer nessa aba é digitar para cada mês correspondente qual o saldo existente em sua aplicação.

Pintando o sete: planeje a compra de tintas para pintura de apartamentos, reforma de sua casa, retoques no escritório e outras façanhas.

Quem já teve a oportunidade de pintar a própria sala de estar nunca esquece. A indecisão sobre mudar ou não mudar a cor das paredes vem sempre acompanhada daquela insegurança na hora de calcular a quantidade de tinta a ser comprada.

Navegando na web encontramos algumas sugestões de como se planejar para não gastar além da conta e resolvemos montar uma planilha que auxiliasse na previsão de compra de tintas para decorar o seu lar ou escritório.

O diferencial que tentamos trazer com essa planilha é o de você poder cadastrar tipos de embalagens diferentes (lata de 18L, galão de 9L ou 3,6L, quarto de 0,8L) com os respectivos preços e a planilha ser capaz de sugerir aproximadamente quanto de cada produto comprar, a fim de se obter a maior economia possível.

Utilizando a planilha

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  1. A planilha foi dividida em duas áreas. A primeira com as definições de pintura, informações de rendimento da tinta, opções de embalagem e área da pintura e quantidade de demãos. Outra com o resumo do planejamento da pintura e o total sugerido para compra de acordo com as opções de embalagem disponíveis e os respectivos custos por litro associados;
  2. Para iniciar o planejamento, preencha inicialmente as Definições de pintura. Esses dados serão utilizados mais tarde na coluna de Áreas de pintura:
    • Descrição da tinta ou cor;
    • Referência da tinta;
  3. Em seguida, insira as Informações de rendimentoque vêm na embalagem da tinta. Por exemplo:
    • rendimento mínimo = 40 (m²);
    • rendimento máximo = 60 (m²);
    • referência utilizada = 9 (em litros);
  4. O próximo passo é cadastrar as Opções de embalagem para a tinta. Desse modo, a planilha calculará qual a melhor combinação de compra entre os tipos (lata, galão, quarto) disponíveis.

    Exemplo: Se você precisar de 20 litros de tinta para pintar um cômodo, a planilha irá sugerir a compra de 1 lata de 18L e um galão de 3,6L. Mas se for mais barato comprar quartos de 0,8L, a planilha indicará 1 lata de 18L e 3 quartos de 0,8L.

  5. Pronto! Uma vez definidos os campos acima, você já poderá partir para a escolha das tintas cadastradas e a definição das Áreas de pintura.
    • Clique na caixa de seleção e identifique a tinta desejada. Você verá a referência (código) da tinta;
    • Descreva o nome do cômodo e suas dimensões X (perímetro do cômodo) x Y (altura), em metros;

      Exemplo para pintura de paredes: Um quarto de dimensões 4 x 3, possui 14 metros de perímetro (X = 4 + 3 + 4 + 3); acrescente a variável Y com a altura (geralmente 2,5 metros) e agora a planilha já sabe aproximadamente quantos metros quadrados serão pintados por demão.

      Exemplo para pintura de tetos: Se você estiver estimando a quantidade de tinta para o teto, a conta pode ser mais simples: coloque o comprimento lateral da casa na variável X e a largura da frente na variável Y (se a construção tiver mais de um pavimento, repetir o cálculo para cada um);

  6. Na próxima coluna, defina quantas demãos serão aplicadas no cômodo, de modo que a planilha possa estimar a quantidade de litros de tinta necessários, com base nas informações de rendimento definidas inicialmente;
  7. Note que ao lado dessas configurações há um conjunto de células que estão indicadas para impressão. Nessa tabela, que chamamos Resumo do planejamento da pintura, estão justamente os diferentes tipos de tinta cadastrados, a quantidade de litros estimada para a pintura e a sugestão de compra baseada na relação custo por litro de cada embalagem cadastrada.

Pronto! Agora é só fazer sua cotação no armazém, preencher sua planilha e feliz Lar, doce lar!

Quem ama caminha junto: acompanhe de perto o rendimento escolar de seu filho

Faltando pouco menos de uma semana para iniciar minha especialização, lembrei-me de algumas de minhas voltas às aulas.

A escola era a mesma, assim como boa parte dos professores, mas o cheiro das paredes recentemente pintadas para nos receber colaborava com um clima de redenção e determinação para aqueles que, como eu, haviam passado raspando no ano anterior.

Parece-me que aquela motivação desfocada para obter sucesso em todos aqueles assuntos inéditos sempre esbarrava nos convites de amigos para partidas de futebol, seriados de TV e jogos de computador.

Com o passar das unidades, o que se constatava era um ciclo de notas baixas que migravam indistintamente entre as matérias. Ora meu problema estava com História e Química, ora com Biologia e Geografia e assim por diante.

O que estava acontecendo, na realidade, pode ser resolvido assim que parei de tentar convencer meus pais de que tudo estava sob controle e pedi ajuda a eles para tentar resolver meu problema — você já deve estar imaginando o quanto eu estava perdido!

Após aquela conversa, percebi que meus boletins refletiam a minha rotina escolar. No início do ano, quando eu tinha a chance de equilibrar todas as matérias aos poucos, eu acabava me satisfazendo em acreditar que estava absorvendo tudo que precisava em sala de aula. Acumulando exercícios não feitos e deixando de ler os complementos sugeridos pelos professores, só me lembro de me dar mal em minhas avaliações.

Nas matérias simples, obtinha notas medianas. Nos assuntos mais complicados, notas vermelhas. Daí, iniciava aquele ciclo virtuoso de correr atrás de uma matéria quase perdida e tomar nota baixa em outra que estava indo relativamente bem. Em meio a essa oscilação, era impossível até distinguir quais as matérias com que tinha maior afinidade.

As palavras mais desafiadoras daquela conversa com meus pais foram: foco e disciplina. Foco para nunca me esquecer aonde gostaria de chegar ao final de meus próximos anos de educação. Disciplina para optar pelo caminho mais longo ou cansativo sempre que necessário para atingir o objetivo de longo prazo desejado.

Daí, resolvemos monitorar por um tempo minhas notas e estabelecer algumas táticas para, em primeiro lugar, assegurar as notas nas matérias em que estava indo bem e, em seguida, melhorar o meu desempenho naquelas em que estava indo mal.

A planilha que disponibilizamos abaixo é uma versão da que utilizamos para medir os resultados de nossa estratégia bem-sucedida.

Em tempo: conheça também a nova planilha de acompanhamento de boletim escolar e desempenho acadêmico (2012).

 

Utilizando a planilha

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  1. A alimentação da planilha inicia com as particularidades da escola de seu filho: média mínima para aprovação, número máximo de faltas permitidas, média mínima para aprovação após a recuperação etc.
  2. Após isso, preencha o nome do aluno e a sua série escolar.
  3. Depois adicione a lista de disciplinas e a respectiva carga horária prevista.
  4. Pronto. Agora é só ir lançando as notas com a chegada dos boletins mais atualizados e ir acompanhando os altos e baixos das notas para identificar as matérias que precisam de mais atenção.
  5. O gráfico montado foi planejado para agrupar as notas de cada disciplina ao longo das unidades.

Em tempo

Ao hábito de acompanhamento do desempenho escolar de seu filho, recomendamos um sistema simples de recompensas.

Não estamos sugerindo tão simplesmente o envolvimento de aumentos de mesadas, brinquedos, eletrônicos ou promessas de presentes e coisas do gênero. Mas talvez seja bom você considerar associar os sucessos obtidos ao reconhecimento de seu esforço e bons momentos em família.